Cuidando da saúde tireoidiana de crianças e adolescentes.
A tireoide é uma glândula em forma de borboleta localizada na parte anterior do pescoço, responsável pela produção dos hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina). Esses hormônios exercem papel central no crescimento, no desenvolvimento cerebral, no metabolismo, na temperatura corporal e na frequência cardíaca. Em crianças e adolescentes, o bom funcionamento da tireoide é indispensável para o desenvolvimento físico e cognitivo saudável.
Na Clínica Martinho, em Manaus, a Dra. Liana Martinho avalia detalhadamente cada paciente pediátrico com suspeita ou diagnóstico confirmado de doenças da tireoide, oferecendo acompanhamento humanizado e baseado nas melhores evidências científicas.
Ocorre quando a tireoide produz hormônios em quantidade insuficiente. Pode ser congênito (presente ao nascimento e detectado pelo Teste do Pezinho) ou adquirido (mais comum em escolares e adolescentes, geralmente por Tireoidite de Hashimoto, uma doença autoimune). Sintomas incluem cansaço, ganho de peso, pele seca, prisão de ventre, queda de rendimento escolar, atraso de crescimento e, em bebês, atraso no desenvolvimento neurológico.
Caracteriza-se pelo excesso de hormônios tireoidianos. A causa mais frequente em crianças e adolescentes é a Doença de Graves, também de origem autoimune. Sintomas: perda de peso apesar do bom apetite, agitação, taquicardia, tremores, dificuldade de concentração, aumento do volume do pescoço (bócio) e olhos saltados.
Nódulos na tireoide são menos comuns em crianças do que em adultos, mas quando presentes, exigem investigação cuidadosa. Nem todo nódulo é preocupante, porém a avaliação especializada é fundamental para descartar patologias como o carcinoma diferenciado da tireoide.
É a principal causa de hipotireoidismo adquirido em crianças, especialmente meninas na fase escolar e adolescente. Envolve produção de anticorpos contra a própria tireoide, levando à sua destruição gradual.
A investigação envolve avaliação clínica minuciosa, história familiar (doenças autoimunes na família aumentam o risco), exame físico do pescoço e exames laboratoriais como TSH, T4 livre, anticorpos anti-TPO e antitireoglobulina. Quando necessário, é solicitada ultrassonografia da tireoide, exame indolor e sem radiação, ou cintilografia em casos específicos.
O tratamento depende do diagnóstico específico:
Importante: o Teste do Pezinho, obrigatório na primeira semana de vida, permite detectar hipotireoidismo congênito precocemente. O tratamento iniciado nas primeiras semanas evita sequelas neurológicas graves.
Crianças não são adultos em miniatura. A dosagem de medicamentos, os valores de referência dos exames e o impacto das doenças hormonais são bem diferentes em cada faixa etária. O acompanhamento com uma endocrinologista pediátrica, como a Dra. Liana Martinho em Manaus, garante avaliação especializada, monitoramento do crescimento e prevenção de complicações a longo prazo.
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Sim. O Teste do Pezinho, feito nos primeiros dias de vida, identifica o hipotireoidismo congênito. O diagnóstico precoce é essencial para prevenir sequelas neurológicas.
Existe forte componente genético, especialmente nas doenças autoimunes (Hashimoto e Graves). Se há histórico familiar, o rastreamento é ainda mais importante.
Depende do diagnóstico. No hipotireoidismo por Hashimoto, geralmente sim. No hipertireoidismo, pode haver remissão. A Dra. Liana avalia cada caso individualmente.
Sim. Com o tratamento ajustado, a criança leva uma vida totalmente normal, incluindo atividades escolares e esportivas.